terça-feira, 15 de abril de 2014

Para o Curso de Pedagogia UEMG - Polo Frutal



Pichação no mesmo local defende a igualdade
racial (Foto: Laís Françoso/G1)


Segundo o estudante Duarte Olossato Quebi, 27 anos, da Guiné Bissau, aluno do curso de ciências sociais, não é comum a prática de atitudes como esta dentro do campus, diferente da situação vivida por ele nas ruas. “O problema do racismo nas ruas muitas vezes não tem a ver com a nossa nacionalidade, mas sim por ser uma questão que está enraizada na cultura do Brasil. Esse tipo de atitude é estranha em uma faculdade onde as pessoas se dizem esclarecidas”, diz. Quebi desconhece quem possa ter feito as ofensas nas paredes.
Para a coordenadora do Centro de Referência Afro de Araraquara, Alessandra de Cássia Laurindo, a atitude é lamentável. “Isso me surpreende porque naquela faculdade existem pessoas formadoras de opinião e que um dia se tornarão profissionais que, infelizmente, carregam esse tipo de preconceito”, diz.

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